A agricultura caiçara está baseada no sistema de
coivara, uma herança dos índios.
Nesta técnica auto - sutentável, uma parte da mata é derrubada e queimada para um plantio de três anos.
Depois, a área repousa entre 3 e 10 anos, antes de ser usada de novo.
A cultura caiçara está ameaçada pela especulação imobiliária e a pesca predatória.
Este processo está facilitado tanto pelo elevado grau de analfabetismo, falta de educação e informação
como também pela falta de união e organização entre eles.
Este comportamento está motivado desde questões fundiárias, interpessoais e religiosas até a falta de meios de comunicação
como telefone ou correios.
A existência da cultura caiçara vai depender do fornecimento de serviços básicos de saúde, educação,
transporte marítimo coletivo, luz, saneamento básico e alternativas de renda como por exemplo o ecoturismo.
Você pode contribuir para a sobrevivência deles em forma de uma visita em uma das vilas caiçaras em
Superagüi (PR),
Ilha do Cardoso (SP)
ou
Juatinga (RJ).